As PMEs são a espinha dorsal da economia portuguesa. O IPIIA existe para garantir que não ficam para trás na maior mudança tecnológica da última década.
Não falamos de uma fatia do mercado. Falamos da quase totalidade do tecido empresarial — milhares de empresas pequenas e médias que sustentam o emprego, a produção e os serviços do país.
Quando as PMEs avançam, Portugal avança. Quando ficam para trás — e em tecnologia ficam, com frequência — é o país inteiro que paga em produtividade, em empregos e em competitividade.
Não é por falta de capacidade que as nossas empresas demoram a adotar nova tecnologia. É por falta de pontes — entre quem percebe de IA e quem percebe de processos de negócio reais.
Cada onda tecnológica em Portugal repete o mesmo padrão: chegamos tarde, adotamos quando já é commodity, e perdemos a janela em que se ganhava vantagem competitiva. Com a IA, essa janela está aberta agora.
Cada mês em que uma PME não automatiza tarefas repetitivas é um mês a perder horas que podiam ser dedicadas a clientes, a produto, a crescimento. O custo é invisível mas é real — e acumula-se.
A IA aplicada já não é uma aposta de futuro. É uma alavanca operacional disponível hoje. O nosso papel é trazê-la, sem hype, para dentro das empresas que mais peso têm na economia.